Números da Educação no Brasil

Os números do Brasil não estão entre os melhores – e muito longe disso. Nosso país ocupa o 53º lugar no ranking mundial da Educação – detalhe importante: entre 65 países avaliados (PISA).

Mesmo com o avanço proposto nos últimos anos e vários programas sociais que incentivaram o acesso as escolas e a educação, ainda temos um número alarmante de crianças que estão longe das salas de aula: aproximadamente 731 mil menores, segundos dados do IBGE, não estão matriculadas.

Educação no Brasil

Mas não é só isso que preocupa. O analfabetismo funcional ainda é muito grande. Cerca de 34% dos alunos que atingem o 5º ano não conseguem ler ou compreender um texto; 20% dos jovens que já terminaram o ensino fundamental são incapazes de dominar a leitura e a escrita de uma forma satisfatória.

Outros pontos que fortalecem a preocupação que devemos ter com a educação no Brasil são as condições dos Professores. Muitos deles não recebem nem ao menos o piso salarial. Muitos trabalham em condições precárias – onde nem o básico é ofertado. Além das longas jornadas entre escolas e correções e preparações de aulas – muitas vezes sem receber a remuneração para tal.

Porém, com a atual situação política/econômica/social que o Brasil enfrenta, muitos professores acabam sofrendo por que muitos acreditam que a má qualidade da educação é responsabilidade só dos profissionais. Muito se cobra dos professores, porém, pouco se dá para que eles exerçam o trabalho.

Novas políticas devem ser desenvolvidas a fim de trazer a criança e o jovem par a sala de aula, porém, o trabalho na base, ou seja, com os professores, é fundamental para que eles possam cativar, dia após dia, esse aluno para que seja criado o vínculo necessário para que os resultados sejam atingidos.